A boa pra quem curte música foi a estreia do programa Heavy Lero que aconteceu dia 8 de outubro, às 20 horas, no YouTube.
A atração trouxe o ex-VJ Gastão Moreira e o jornalista Bento Araújo, da
Poeira Zine, falando sobre música, e tem a direção do grande Edgard
Picolli, com passagens pela MTV e Multishow. Marque na agenda, pois,
pelo talento e bom gosto do trio envolvido, vem aí um programa pra fazer
história. Heavy Lero: dez minutos de papo informal sobre rock.
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sábado, 12 de outubro de 2013
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Posted by Total Service on sexta-feira, abril 05, 2013 with No comments
Não admito que me fale assim
Eu sou o seu décimo-sexto pai
Sou primogênito do teu avô, primeiro curandeiro
Alcoviteiro das mulheres que corriam sob o teu nariz
Me deves respeito, pelo menos dinheiro
Ele é o cometa fulgurante que espatifou
Um asteróide pequeno que todos chamam de terra
Um asteróide pequeno que todos chamam de terra
De Kryptônia desce teu olhar
E quatro elos prendem tua mão
Cala-te boca, companheiro, vá embora, que má criação!
De outro jeito não se dissimularia a suma criação
E foi o silêncio que habitou-se no meio
Ele é o cometa fulgurante que espatifou
Um asteróide pequeno que todos chamam de terra
Um asteróide pequeno que todos chamam de terra
De Kryptônia desce teu olhar
E quatro elos prendem tua mão
Cala-te boca, companheiro, vá embora, que má criação!
De outro jeito não se dissimularia a suma criação
E foi o silêncio que habitou-se no meio
Ele é o cometa fulgurante que espatifou
sábado, 12 de janeiro de 2013
Posted by Total Service on sábado, janeiro 12, 2013 with No comments
Aos desinformados de plantão a RADIO ROCK está no ar novamente, já faz um tempinho. Vai aí um pouco da história de ascensão declínio e retorno das trevas !!!! Escutei muito essa radio na época da DIRECTV que tinha a 89RadioRock em sua programação. O mais importante para mim como defensor do software livre, é que o player roda em todos sistemas operacionais e navegadores, não sendo obrigado a usar aquela b$#@# do IE da empresa que não gosto nem de citar o nome.
ACESSE AQUI
História
A 89 A Rádio Rock entrou no ar pela primeira vez em 2 de dezembro de 1985. Antes, a frequência era ocupada pela Pool FM, emissora da mesma empresa de roupas Pool que ao contrário da 89, era voltado ao Disco Music e Funk. Sua principal concorrente era a 97 FM de Santo André.
Diferente das outras rádios de segmento jovem, a 89 seguia um estilo principalmente voltado ao Rock comercial na qual foi pioneira, tornando-se uma referência no estilo. No entanto, a rádio também diferia das rádios de rock originais - como Fluminense FM e 97 Rock - por preferir adotar uma linguagem mais próxima das rádios pop, além de um repertório limitado aos "sucessos", dentro da linha das FMs de hit-parade.
Até 1987, a 89 FM ainda se aproximava de um perfil mais alternativo, cujas primeiras transmissões foram narradas pela ex-locutora da Fluminense, Selma Boiron. A rádio, nessa época, lembrava um misto da programação de rock alternativo, tecnopop e new romantic da carioca Estácio FM com pitadas do rock clássico da 97 Rock e divulgação de rock independente.
Pela emissora, passaram nomes como Sarah Oliveira, Jairo Bouer, Edgard Piccoli, Nany People, Paulo Bonfá, Marco Bianchi, Fabio Massari, Sandro Anderson, Roberto Hais, Marcelo Salsicha, PH Dragani e o vocalista da banda punk Ratos de Porão João Gordo.
Nessa fase, foram ao ar os programas que fizeram história na emissora como o humor irreverente de Os Sobrinhos do Ataíde, Comando Metal voltado aos fãs de Heavy Metal, Arquivo do Rock, voltado ao Classic Rock e o bem-humorado Do Balacobaco. Outro destaque era o programa A Hora dos perdidos, comandado pela locutora Luka, onde ela atendia os pedidos dos ouvintes. Além de Sorocaba e Campinas, a rádio também tinha retransmissoras em Santos, Rio de Janeiro, Vitória, Goiânia e nos últimos anos como rádio rock teve uma filial em Fortaleza (não durou muito tempo pois a rádio mudaria de formato e não houve interesse em continuar em Fortaleza) formando a Rede Rádio Rock, onde a programação da 89 A Rádio Rock era transmitida em rede com as afiliadas nas madrugadas da emissora além da cobertura de grandes eventos como o Rock in Rio Lisboa, por exemplo.
Até o começo de 2010, apenas a 103 FM de Sorocaba e a 89 FM de Campinas continuavam como retransmissoras da rádio. Da antiga rede, a última remanescente era a 98 A Rádio Rock de Santos, que encerrou as atividades em 11 de novembro de 2011, dando lugar à nova retransmissora da Mix FM mas que recentemente retornou ao dial santista através da frequencia 102,1 tornando-se 102 A Rádio Rock.
Declínio
A frequente perda de audiência para as outras rádios de segmento jovem de São Paulo fez a 89 A Rádio Rock mudar seus rumos. Em 2006, contrata para a direção artística da emissora Wagner Rocha, que já havia dirigido outras rádios paulistas como a Metropolitana e Sucesso (hoje BandNews FM).
A mudança de direção culminou na demissão de alguns dos locutores tradicionais da rádio como Zé Luís, Roberto Hais, Luka e Eric Santos. Outros locutores de longa data da emissora, como Cadu, Sandro Anderson e PH, foram mantidos.
Em julho do mesmo ano, a emissora muda de nome (para 89 FM) e de segmento, como parte dos planos de reformulação, passando a ter um formato mais Pop, incluindo em sua programação os sucessos da Black Music e Dance Music, os gêneros musicais mais tocados nas rádios jovem.
A mudança repentina de estilo pegou de surpresa os ouvintes do antigo segmento, que acusaram a 89 de terem se vendido e na época gerou discussões e protestos.
Fase pop
Além da mudança de nome e de estilo, a 89 também mudou de logomarca e novos programas entraram no ar com um formato mais interativo, criando canais de participação dos ouvintes pela internet, pelo telefone e ao vivo.
A rádio também deixou o seu antigo e famoso endereço na Praça Oswaldo Cruz (início da Avenida Paulista) para iniciar suas operações na avenida mais importante da capital paulista.
A mudança deu resultado na audiência, fazendo com que a rádio ocupasse o 10º lugar no IBOPE em São Paulo. No segmento jovem, a emissora estava atrás apenas da Mix FM, e a frente de Metropolitana FM, Jovem Pan 2 FM, Energia 97, Rádio Disney Brasil e Transamérica Pop.
Em 2007, a 89 FM inaugurou sua nova programação e iniciou uma nova companha voltada ao conceito "Primeiro na 89". A emissora investiu cerca de R$ 1 milhão em ações promocionais e publicitárias, incluindo as vinhetas cantadas "primeiro na 89" produzidas nos estúdios da produtora Reel World (sediada em Seattle nos Estados Unidos), e anúncios em diversas mídias. A ideia era destacar que "tudo que é novo acontece primeiro na 89" com o objetivo de alcançar a liderança no público jovem, além de difundir o novo conceito que subverteu tudo o que já foi feito em termos de comunicação para uma emissora de rádio. Com isso a programação passou a contar com programas de tecnologia como o Plugado 89, de interativade como o I Play 89 e muitos outros.
Em Sorocaba, a reforma fez com que a rádio se tornasse uma das primeiras colocadas no ranking de audiência, ultrapassando rádios tradicionais como Rádio Vanguarda, Jovem Pan 2 FM e Cacique. A 103 FM seguia as mesmas características de programação da sua matriz em São Paulo, mas com alguns programas próprios.
Porém, em dia 2 de Julho de 2009 a rádio 103 FM de Sorocaba deixou de transmitir sua programação, já que a emissora foi arrendada para uma igreja evangélica, mesmo estando em primeiro lugar nas pesquisas de audiência e dando ótimo retorno aos seus anunciantes. Atualmente retransmite a Rádio Tupi de São Paulo.
No dia 7 de junho de 2009 o locutor Sandro Anderson sofre um infarto enquanto pilotava sua moto no ABC paulista e acaba falecendo.
Seguindo a linha de estratégias para alcançar a liderança no público jovem, a emissora inova mais uma vez e lança a campanha "Eu sigo a 89", encerrando as primeiras ações que marcaram a fase "pós-rock" com o slogan Primeiro na 89. Foram desenvolvidas diversas mídias e inclusive uma promoção que premiou um ouvinte com um carro 0km. Toda a plástica e as vinhetas da emissora foram modificadas para apresentar o novo conceito, baseado no sucesso das redes sociais (twitter).
Em 11 de Janeiro de 2010, 7 meses após o fim da 103 FM, foi a vez da 89 FM de Campinas encerrar suas atividades. A frequência foi ocupada pela rádio Nativa FM, voltada ao público popular e pertencente ao Grupo Bandeirantes.
No dia 27 de fevereiro de 2010 a 89 FM sofre uma baixa em seu time de locutores. PH Dragani, que atuava no horário da manhã, saiu da 89 FM para atuar apenas como repórter esportivo da Rádio Bandeirantes, função que já exercia paralelamente a 89.
Em 9 de março de 2010 a baixa sofrida pela saída de PH Dragani foi superada com a chegada de um novo locutor na 89 FM - Alex Gonçalves saiu da Jovem Pan 2 FM para fazer parte da equipe.
Fase Fast 89
Em fevereiro de 2011 a 89 fecha acordo com linha de bebidas Fast da Nestlé. A partir daí, a marca Fast esteve presente no nome da emissora e de todos os programas da grade.
A ideia era tornar a rádio mais interativa e para tanto foram desenvolvidos diversos canais de comunicação com o ouvinte como SMS, site, e-mail e redes sociais. Esses foram alguns dos canais onde eram atendidos os pedidos musicais.
A estreia da programação ocorreu em 27 de fevereiro de 2011 e contou com um evento realizado no Parque do Ibirapuera, zona sul de São Paulo. Uma novidade foi a volta da locutora Luka, que trabalhou durante anos na antiga 89 A Rádio Rock, sob o comando do programa Playfast.
A mudança de nome acabou causando uma leve perda de audiência ao longo do ano de 2011, mas foi recuperada em novembro, no qual garantiu o segundo lugar entre as rádios jovens. Em resposta a este fato, a maioria das chamadas passou a utilizar: 89, a Rádio Fast, no intuito de não perder a identidade com o público.
Além das mudanças importantes como atrações, premiações, comercialização, entre outros itens do planejamento, a 89 FM entrou para a lista de rádios que carregam “patrocínios” em suas marcas (as chamadas rádios "customizadas"), como a Rádio SulAmérica Trânsito, além da histórica Pool FM. Uma tendência observada é que as rádios costumizadas vêm perdendo o seu espaço no dial de São Paulo: a Oi FM e a Mitsubishi FM acabaram encerrando atividades, o que dá a falsa impressão que este tipo de projeto não tem atendido as expectativas dos empreendedores.
Em abril de 2012 foi noticiado pelo portal Tudo Rádio que o contrato entre 89 FM e Nestlé não seria renovado. O acordo tinha duração de 15 meses. Como a mudança no perfil artistíco da 89 como rádio Fast não foi tão significativa já era de se esperar que esta seria uma fase momentânea da emissora. A marca Fast deixou o nome da 89 em junho e a rádio retomou a marca anterior, sem alterações bruscas na programação.
Fim da fase pop e retorno da Rádio Rock
Em 28 de setembro de 2012 os principais veículos especializados no meio radiofônico noticiam o encerramento das atividades da emissora que deveria dar lugar à uma programação religiosa. A notícia surgiu após a rádio alcançar o melhor resultado dos últimos anos nas medições realizadas pelo instituto IBOPE, estando cada vez mais próxima da líder Mix FM, com uma média de 104 mil ouvintes por minuto e essa informação se confirmou a partir das demissões de funcionários, retirada de programas da grade e diminuição de ações promocionais.
A Rádio Rock surpreendeu o mercado de rádio da capital paulista ao voltar ao dial, sem prévio aviso, no dia 27 de outubro de 2012. Inicialmente, esta ação tinha como objetivo divulgar o novo projeto do Grupo Camargo que pretendia retomar as atividades da emissora exclusivamente como web rádio. Em meio às notícias vinculadas por sites especializados em rádio apontando o fim definitivo da 89 FM na fase pop para dar lugar à uma programação evangélica, uma transmissão especial foi ao ar a partir das 10h00 do dia 27 de outubro (continuando das 19h00 até às 21h00 e nos mesmos horários no dia seguinte) com o lucutor Tatola anunciando o retorno da rádio. O sucesso dessa ação foi tanto que a direção da emissora decidiu repetir o Especial que voltou ao ar no dia 4 de novembro às 12h00 com seis horas de duração, sob o comando da locutora Luka. A programação pode ser acompanhada 24 horas por dia através do site www.radiorock.com.br e pela página oficial da rádio no Facebook, que atingiu mais de 50 mil "likes" em apenas uma semana. Após o término das negociações entre a cúpula da 89 FM e o grupo religioso que pretendia assumi-la, em 5 de novembro de 2012 é confirmado oficialmente o retorno da 89 A Rádio Rock à frequência 89.1 MHz de São Paulo, após seis anos fora do ar.[19] A reestréia da emissora ocorreu no dia 21 de dezembro de 2012.
No dia 2 de dezembro, a 89 A Rádio Rock entrou no ar para comemorar os 27 anos de sua primeira transmissão com uma programação especial que contou com a presença dos locutores Tatola, Luka, Thiago, Sandrinha, PH Dragani e a estreia de Andreas Kisser, que com seu filho Yohan Kisser apresentou seu novo programa Pegadas de Andreas Kisser.
Em 13 de dezembro, Waguinho, o diretor artístico da 89 FM, deixa a emissora entregando-a na vice liderança do segmento jovem/pop e próxima da Mix FM. Ele foi responsável por toda a reformulação e atuava no comando da 89 desde o fim da Rádio Rock em 2006. Wagner Rocha implantou um novo conceito de rádio nunca antes visto, o que pode ter sido decisivo para que a 89 permanecesse boa parte do tempo na segunda colocação e à frente de rádios tradicionais como Metropolitana e Jovem Pan. Waguinho marcou a fase pop da 89 por ter sido a voz-padrão da emissora nesse período.
Após dois meses de indefinições sobre a continuidade da fase pop da 89.1, no dia 21 de dezembro de 2012 a 89 A Rádio Rock voltou ao ar e desde então substitui a 89 FM.
A última música pop a ser executada na 89 FM foi Your Body da cantora Christina Aguilera, reproduzida às 20:58 do dia 20 de dezembro, pouco antes do programa Esquenta, que teve edição especial em comemoração à volta da 89 A Rádio Rock. A última música reproduzida no Top 10 Fim do Mundo, pouco antes da meia-noite e ainda com o nome de 89 FM mas já em expectativa para a volta da Rádio Rock foi It's The End Of The World, da banda R.E.M.
UOL 89 FM
Às 23h do dia 20 de Dezembro de 2012 entra no ar o programa especial "Top 10 fim do mundo" com o anúncio oficial de uma parceria da emissora com o portal UOL, possibilitando a permanência do segmento clássico no dial de São Paulo e recebendo a denominação "UOL 89 FM A RÁDIO ROCK".
Através do novo contrato com duração de 12 meses, está previsto a utilização do Naming Rights da patrocinadora em vinhetas, programas, intervalos comerciais e será disponibilizado o conteúdo do portal durante toda a programação deixando o ouvinte informado sobre entretenimento, política, esportes e novidades da cena Rock nacional e internacional.
O formato adotado pela atual UOL 89 FM é inspirado sobretudo nas atividades feitas pela rádio nos anos 90 e no projeto de "Rede Rock", adotando um repertório de sucessos do rock com ênfase no som dos anos 90 e com uma locução pop influenciada pela Jovem Pan 2.
ACESSE AQUI
História
A 89 A Rádio Rock entrou no ar pela primeira vez em 2 de dezembro de 1985. Antes, a frequência era ocupada pela Pool FM, emissora da mesma empresa de roupas Pool que ao contrário da 89, era voltado ao Disco Music e Funk. Sua principal concorrente era a 97 FM de Santo André.
Diferente das outras rádios de segmento jovem, a 89 seguia um estilo principalmente voltado ao Rock comercial na qual foi pioneira, tornando-se uma referência no estilo. No entanto, a rádio também diferia das rádios de rock originais - como Fluminense FM e 97 Rock - por preferir adotar uma linguagem mais próxima das rádios pop, além de um repertório limitado aos "sucessos", dentro da linha das FMs de hit-parade.
Até 1987, a 89 FM ainda se aproximava de um perfil mais alternativo, cujas primeiras transmissões foram narradas pela ex-locutora da Fluminense, Selma Boiron. A rádio, nessa época, lembrava um misto da programação de rock alternativo, tecnopop e new romantic da carioca Estácio FM com pitadas do rock clássico da 97 Rock e divulgação de rock independente.
Pela emissora, passaram nomes como Sarah Oliveira, Jairo Bouer, Edgard Piccoli, Nany People, Paulo Bonfá, Marco Bianchi, Fabio Massari, Sandro Anderson, Roberto Hais, Marcelo Salsicha, PH Dragani e o vocalista da banda punk Ratos de Porão João Gordo.
Nessa fase, foram ao ar os programas que fizeram história na emissora como o humor irreverente de Os Sobrinhos do Ataíde, Comando Metal voltado aos fãs de Heavy Metal, Arquivo do Rock, voltado ao Classic Rock e o bem-humorado Do Balacobaco. Outro destaque era o programa A Hora dos perdidos, comandado pela locutora Luka, onde ela atendia os pedidos dos ouvintes. Além de Sorocaba e Campinas, a rádio também tinha retransmissoras em Santos, Rio de Janeiro, Vitória, Goiânia e nos últimos anos como rádio rock teve uma filial em Fortaleza (não durou muito tempo pois a rádio mudaria de formato e não houve interesse em continuar em Fortaleza) formando a Rede Rádio Rock, onde a programação da 89 A Rádio Rock era transmitida em rede com as afiliadas nas madrugadas da emissora além da cobertura de grandes eventos como o Rock in Rio Lisboa, por exemplo.
Até o começo de 2010, apenas a 103 FM de Sorocaba e a 89 FM de Campinas continuavam como retransmissoras da rádio. Da antiga rede, a última remanescente era a 98 A Rádio Rock de Santos, que encerrou as atividades em 11 de novembro de 2011, dando lugar à nova retransmissora da Mix FM mas que recentemente retornou ao dial santista através da frequencia 102,1 tornando-se 102 A Rádio Rock.
Declínio
A frequente perda de audiência para as outras rádios de segmento jovem de São Paulo fez a 89 A Rádio Rock mudar seus rumos. Em 2006, contrata para a direção artística da emissora Wagner Rocha, que já havia dirigido outras rádios paulistas como a Metropolitana e Sucesso (hoje BandNews FM).
A mudança de direção culminou na demissão de alguns dos locutores tradicionais da rádio como Zé Luís, Roberto Hais, Luka e Eric Santos. Outros locutores de longa data da emissora, como Cadu, Sandro Anderson e PH, foram mantidos.
Em julho do mesmo ano, a emissora muda de nome (para 89 FM) e de segmento, como parte dos planos de reformulação, passando a ter um formato mais Pop, incluindo em sua programação os sucessos da Black Music e Dance Music, os gêneros musicais mais tocados nas rádios jovem.
A mudança repentina de estilo pegou de surpresa os ouvintes do antigo segmento, que acusaram a 89 de terem se vendido e na época gerou discussões e protestos.
Fase pop
Além da mudança de nome e de estilo, a 89 também mudou de logomarca e novos programas entraram no ar com um formato mais interativo, criando canais de participação dos ouvintes pela internet, pelo telefone e ao vivo.
A rádio também deixou o seu antigo e famoso endereço na Praça Oswaldo Cruz (início da Avenida Paulista) para iniciar suas operações na avenida mais importante da capital paulista.
A mudança deu resultado na audiência, fazendo com que a rádio ocupasse o 10º lugar no IBOPE em São Paulo. No segmento jovem, a emissora estava atrás apenas da Mix FM, e a frente de Metropolitana FM, Jovem Pan 2 FM, Energia 97, Rádio Disney Brasil e Transamérica Pop.
Em 2007, a 89 FM inaugurou sua nova programação e iniciou uma nova companha voltada ao conceito "Primeiro na 89". A emissora investiu cerca de R$ 1 milhão em ações promocionais e publicitárias, incluindo as vinhetas cantadas "primeiro na 89" produzidas nos estúdios da produtora Reel World (sediada em Seattle nos Estados Unidos), e anúncios em diversas mídias. A ideia era destacar que "tudo que é novo acontece primeiro na 89" com o objetivo de alcançar a liderança no público jovem, além de difundir o novo conceito que subverteu tudo o que já foi feito em termos de comunicação para uma emissora de rádio. Com isso a programação passou a contar com programas de tecnologia como o Plugado 89, de interativade como o I Play 89 e muitos outros.
Em Sorocaba, a reforma fez com que a rádio se tornasse uma das primeiras colocadas no ranking de audiência, ultrapassando rádios tradicionais como Rádio Vanguarda, Jovem Pan 2 FM e Cacique. A 103 FM seguia as mesmas características de programação da sua matriz em São Paulo, mas com alguns programas próprios.
Porém, em dia 2 de Julho de 2009 a rádio 103 FM de Sorocaba deixou de transmitir sua programação, já que a emissora foi arrendada para uma igreja evangélica, mesmo estando em primeiro lugar nas pesquisas de audiência e dando ótimo retorno aos seus anunciantes. Atualmente retransmite a Rádio Tupi de São Paulo.
No dia 7 de junho de 2009 o locutor Sandro Anderson sofre um infarto enquanto pilotava sua moto no ABC paulista e acaba falecendo.
Seguindo a linha de estratégias para alcançar a liderança no público jovem, a emissora inova mais uma vez e lança a campanha "Eu sigo a 89", encerrando as primeiras ações que marcaram a fase "pós-rock" com o slogan Primeiro na 89. Foram desenvolvidas diversas mídias e inclusive uma promoção que premiou um ouvinte com um carro 0km. Toda a plástica e as vinhetas da emissora foram modificadas para apresentar o novo conceito, baseado no sucesso das redes sociais (twitter).
Em 11 de Janeiro de 2010, 7 meses após o fim da 103 FM, foi a vez da 89 FM de Campinas encerrar suas atividades. A frequência foi ocupada pela rádio Nativa FM, voltada ao público popular e pertencente ao Grupo Bandeirantes.
No dia 27 de fevereiro de 2010 a 89 FM sofre uma baixa em seu time de locutores. PH Dragani, que atuava no horário da manhã, saiu da 89 FM para atuar apenas como repórter esportivo da Rádio Bandeirantes, função que já exercia paralelamente a 89.
Em 9 de março de 2010 a baixa sofrida pela saída de PH Dragani foi superada com a chegada de um novo locutor na 89 FM - Alex Gonçalves saiu da Jovem Pan 2 FM para fazer parte da equipe.
Fase Fast 89
Em fevereiro de 2011 a 89 fecha acordo com linha de bebidas Fast da Nestlé. A partir daí, a marca Fast esteve presente no nome da emissora e de todos os programas da grade.
A ideia era tornar a rádio mais interativa e para tanto foram desenvolvidos diversos canais de comunicação com o ouvinte como SMS, site, e-mail e redes sociais. Esses foram alguns dos canais onde eram atendidos os pedidos musicais.
A estreia da programação ocorreu em 27 de fevereiro de 2011 e contou com um evento realizado no Parque do Ibirapuera, zona sul de São Paulo. Uma novidade foi a volta da locutora Luka, que trabalhou durante anos na antiga 89 A Rádio Rock, sob o comando do programa Playfast.
A mudança de nome acabou causando uma leve perda de audiência ao longo do ano de 2011, mas foi recuperada em novembro, no qual garantiu o segundo lugar entre as rádios jovens. Em resposta a este fato, a maioria das chamadas passou a utilizar: 89, a Rádio Fast, no intuito de não perder a identidade com o público.
Além das mudanças importantes como atrações, premiações, comercialização, entre outros itens do planejamento, a 89 FM entrou para a lista de rádios que carregam “patrocínios” em suas marcas (as chamadas rádios "customizadas"), como a Rádio SulAmérica Trânsito, além da histórica Pool FM. Uma tendência observada é que as rádios costumizadas vêm perdendo o seu espaço no dial de São Paulo: a Oi FM e a Mitsubishi FM acabaram encerrando atividades, o que dá a falsa impressão que este tipo de projeto não tem atendido as expectativas dos empreendedores.
Em abril de 2012 foi noticiado pelo portal Tudo Rádio que o contrato entre 89 FM e Nestlé não seria renovado. O acordo tinha duração de 15 meses. Como a mudança no perfil artistíco da 89 como rádio Fast não foi tão significativa já era de se esperar que esta seria uma fase momentânea da emissora. A marca Fast deixou o nome da 89 em junho e a rádio retomou a marca anterior, sem alterações bruscas na programação.
Fim da fase pop e retorno da Rádio Rock
Em 28 de setembro de 2012 os principais veículos especializados no meio radiofônico noticiam o encerramento das atividades da emissora que deveria dar lugar à uma programação religiosa. A notícia surgiu após a rádio alcançar o melhor resultado dos últimos anos nas medições realizadas pelo instituto IBOPE, estando cada vez mais próxima da líder Mix FM, com uma média de 104 mil ouvintes por minuto e essa informação se confirmou a partir das demissões de funcionários, retirada de programas da grade e diminuição de ações promocionais.
A Rádio Rock surpreendeu o mercado de rádio da capital paulista ao voltar ao dial, sem prévio aviso, no dia 27 de outubro de 2012. Inicialmente, esta ação tinha como objetivo divulgar o novo projeto do Grupo Camargo que pretendia retomar as atividades da emissora exclusivamente como web rádio. Em meio às notícias vinculadas por sites especializados em rádio apontando o fim definitivo da 89 FM na fase pop para dar lugar à uma programação evangélica, uma transmissão especial foi ao ar a partir das 10h00 do dia 27 de outubro (continuando das 19h00 até às 21h00 e nos mesmos horários no dia seguinte) com o lucutor Tatola anunciando o retorno da rádio. O sucesso dessa ação foi tanto que a direção da emissora decidiu repetir o Especial que voltou ao ar no dia 4 de novembro às 12h00 com seis horas de duração, sob o comando da locutora Luka. A programação pode ser acompanhada 24 horas por dia através do site www.radiorock.com.br e pela página oficial da rádio no Facebook, que atingiu mais de 50 mil "likes" em apenas uma semana. Após o término das negociações entre a cúpula da 89 FM e o grupo religioso que pretendia assumi-la, em 5 de novembro de 2012 é confirmado oficialmente o retorno da 89 A Rádio Rock à frequência 89.1 MHz de São Paulo, após seis anos fora do ar.[19] A reestréia da emissora ocorreu no dia 21 de dezembro de 2012.
No dia 2 de dezembro, a 89 A Rádio Rock entrou no ar para comemorar os 27 anos de sua primeira transmissão com uma programação especial que contou com a presença dos locutores Tatola, Luka, Thiago, Sandrinha, PH Dragani e a estreia de Andreas Kisser, que com seu filho Yohan Kisser apresentou seu novo programa Pegadas de Andreas Kisser.
Em 13 de dezembro, Waguinho, o diretor artístico da 89 FM, deixa a emissora entregando-a na vice liderança do segmento jovem/pop e próxima da Mix FM. Ele foi responsável por toda a reformulação e atuava no comando da 89 desde o fim da Rádio Rock em 2006. Wagner Rocha implantou um novo conceito de rádio nunca antes visto, o que pode ter sido decisivo para que a 89 permanecesse boa parte do tempo na segunda colocação e à frente de rádios tradicionais como Metropolitana e Jovem Pan. Waguinho marcou a fase pop da 89 por ter sido a voz-padrão da emissora nesse período.
Após dois meses de indefinições sobre a continuidade da fase pop da 89.1, no dia 21 de dezembro de 2012 a 89 A Rádio Rock voltou ao ar e desde então substitui a 89 FM.
A última música pop a ser executada na 89 FM foi Your Body da cantora Christina Aguilera, reproduzida às 20:58 do dia 20 de dezembro, pouco antes do programa Esquenta, que teve edição especial em comemoração à volta da 89 A Rádio Rock. A última música reproduzida no Top 10 Fim do Mundo, pouco antes da meia-noite e ainda com o nome de 89 FM mas já em expectativa para a volta da Rádio Rock foi It's The End Of The World, da banda R.E.M.
UOL 89 FM
Às 23h do dia 20 de Dezembro de 2012 entra no ar o programa especial "Top 10 fim do mundo" com o anúncio oficial de uma parceria da emissora com o portal UOL, possibilitando a permanência do segmento clássico no dial de São Paulo e recebendo a denominação "UOL 89 FM A RÁDIO ROCK".
Através do novo contrato com duração de 12 meses, está previsto a utilização do Naming Rights da patrocinadora em vinhetas, programas, intervalos comerciais e será disponibilizado o conteúdo do portal durante toda a programação deixando o ouvinte informado sobre entretenimento, política, esportes e novidades da cena Rock nacional e internacional.
O formato adotado pela atual UOL 89 FM é inspirado sobretudo nas atividades feitas pela rádio nos anos 90 e no projeto de "Rede Rock", adotando um repertório de sucessos do rock com ênfase no som dos anos 90 e com uma locução pop influenciada pela Jovem Pan 2.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Posted by Total Service on sexta-feira, agosto 31, 2012 with No comments
Dá liga sim, a música abaixo da banda Engenheiros do Hawaii é um exemplo, ficou muito bom o acompanhamento de Renato Borghetti. Ficou bem assim com a cara do SUL.
Aproveitando o gancho, esse som, acho que a mesma não tem nenhuma conotação política, mas pra mim um trecho do inicio da mesma me faz lembrar dos políticos e da tal propaganda e suas promessas que não serão cumpridas ditas a cada instante na TV e no rádio.
- Eu presto atenção no que eles dizem, mas eles não dizem nada ...
É, não tem como não fazer essa associação ao trecho acima, esse é o papel do rock, fazer pensar, ser rebelde e demonstrar insatisfação quando necessário e alegria quando for possível.
Falando em SUL, lembro de alguns personagens da nossa história que certamente estão se virando no caixão frente as barbaridade e tanta corrupção que assolam o país, e certamente revoltados com a república de bananas que nos tornamos. Abaixo a imagem fala por si, para um bom entendedor basta.
Aproveitando o gancho, esse som, acho que a mesma não tem nenhuma conotação política, mas pra mim um trecho do inicio da mesma me faz lembrar dos políticos e da tal propaganda e suas promessas que não serão cumpridas ditas a cada instante na TV e no rádio.
- Eu presto atenção no que eles dizem, mas eles não dizem nada ...
É, não tem como não fazer essa associação ao trecho acima, esse é o papel do rock, fazer pensar, ser rebelde e demonstrar insatisfação quando necessário e alegria quando for possível.
Falando em SUL, lembro de alguns personagens da nossa história que certamente estão se virando no caixão frente as barbaridade e tanta corrupção que assolam o país, e certamente revoltados com a república de bananas que nos tornamos. Abaixo a imagem fala por si, para um bom entendedor basta.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Posted by Total Service on terça-feira, agosto 07, 2012 with No comments
Curti muito Celso nos anos 80, que pena que o espaço do rock nacional é tão pequeno e ignorado em nossas mídias, impossibilitando a muitos que conheçam e tenham acesso a trabalhos excelentes como dos de Celso Blues Boy. Ele foi e será sempre lembrado como um dos grandes nomes do rock nacional. Valeu Celso.
Celso Blues Boy (nascido Celso Ricardo Furtado de Carvalho, Rio de Janeiro, 5 de janeiro de 1956 — Joinville, 6 de agosto de 2012) foi um cantor, compositor e guitarrista brasileiro. Começou a tocar profissionalmente na década de 1970, acompanhando Raul Seixas e Sá & Guarabyra. Montou a banda Legião Estrangeira em 1976, com a qual se apresentava em bares e casas de show. Passou a ser mais conhecido a partir de 1980, quando mandou uma fita para a Rádio Fluminense, no Rio, voltada para o repertório roqueiro. Gravou o primeiro disco em 1984, "Som na Guitarra", que incluía seu maior sucesso: "Aumenta que Isso Aí É Rock'n Roll". Um dos primeiros a cantar blues em português, escolheu o nome artístico em homenagem ao ídolo B.B. King, um dos pais do gênero, com quem também tocou na década de 1980. No fim da sua vida morava em Joinville, Santa Catarina. Faleceu em 6 de agosto de 2012 na cidade de Joinville em decorrência de um câncer na garganta.
Discografia
1984 - Som na Guitarra.
1986 - Marginal Blues
1987 - Celso Blues Boy 3
1988 - Blues Forever
1989 - Quando a noite cai
1991 - Ao vivo - Celso Blues Boy
1996 - Indiana Blues 1998 - Nuvens Negras Choram
1999 - Vagabundo errante
2008 - Quem foi que falou que acabou o rock n' roll? (DVD ao vivo, Gravado no Circo Voador) 2011 - Por um monte de cerveja
Videografia
2008 - Quem Foi Que Falou Que Acabou o Rock N' Roll? Ao Vivo
Celso Blues Boy (nascido Celso Ricardo Furtado de Carvalho, Rio de Janeiro, 5 de janeiro de 1956 — Joinville, 6 de agosto de 2012) foi um cantor, compositor e guitarrista brasileiro. Começou a tocar profissionalmente na década de 1970, acompanhando Raul Seixas e Sá & Guarabyra. Montou a banda Legião Estrangeira em 1976, com a qual se apresentava em bares e casas de show. Passou a ser mais conhecido a partir de 1980, quando mandou uma fita para a Rádio Fluminense, no Rio, voltada para o repertório roqueiro. Gravou o primeiro disco em 1984, "Som na Guitarra", que incluía seu maior sucesso: "Aumenta que Isso Aí É Rock'n Roll". Um dos primeiros a cantar blues em português, escolheu o nome artístico em homenagem ao ídolo B.B. King, um dos pais do gênero, com quem também tocou na década de 1980. No fim da sua vida morava em Joinville, Santa Catarina. Faleceu em 6 de agosto de 2012 na cidade de Joinville em decorrência de um câncer na garganta.
Discografia
1984 - Som na Guitarra.
1986 - Marginal Blues
1987 - Celso Blues Boy 3
1988 - Blues Forever
1989 - Quando a noite cai
1991 - Ao vivo - Celso Blues Boy
1996 - Indiana Blues 1998 - Nuvens Negras Choram
1999 - Vagabundo errante
2008 - Quem foi que falou que acabou o rock n' roll? (DVD ao vivo, Gravado no Circo Voador) 2011 - Por um monte de cerveja
Videografia
2008 - Quem Foi Que Falou Que Acabou o Rock N' Roll? Ao Vivo
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Posted by Total Service on quarta-feira, julho 25, 2012 with No comments
Essa me surpreendeu, sei lá bateu bobeira de procurar na internet uma música que me lembrava da banda Burn, banda de metal de Florianópolis. Além da música tocar bastante na FM naquela época, "é a Atlantida tocava rock e metal, agora virou esse depósito de lixo", assisti talvés uma das únicas apresentações da banda aqui em Blumenau, creio que isso deve ter sido em 1984. Essa versão do vídeo abaixo deve ser uma regravação mais light, mas valeu pela lembrança. Pelo histórico da banda, abaixo do vídeo coletado na internet, a banda voltou em 2001. Valeu relembrar um pouco mais do áureos tempos do rock aqui no estado de SC.
O Burn, a mais famosa banda de "Rock Pesado" de Florianópolis de todos
os tempos, voltou à ativa em 2001. Uma década depois de "encerrar" a
carreira, o Burn lançou no final de 2001 um CD Demo intitulado "Sagrado
Rock`n`Roll".
A trajetória do Burn confunde-se com os primórdios do rock pesado na Grande Florianópolis. Foi literalmente a primeira banda do estilo a surgir na região e fazer sucesso entre os "roqueiros" que se "alfabetizaram" em Deep Purple, Led Zeppelin e Black Sabbath e depois se "graduaram"" em Iron Maiden, Judas Priest, Motörhead etc.
O líder do grupo, o guitarrista Márcio Silva, 41 anos (nascido em 18.08.1960, em Laguna), conta que tudo começou quando tinha 14 anos de idade, em 1974. Ganhou uma fita cassete de um colega. Nessa fita, escutou pela primeira vez a canção "Immigrant Song" do disco "Led Zeppelin nº 3". Ficou fascinado. Do Led, foi para o Deep Purple. Essa última banda tinha uma música na qual ficou literalmente "encarnado". Era a canção "Burn" ("Queime" em inglês). Foi daí que Vítor inspirou-se para batizar sua banda - "Burn".
O Burn surgiu efetivamente em 1978(*) com ensaios regulares. Conta Márcio Silva que na época Florianópolis era um "deserto" para quem gostava de rock pesado. Não havia bandas, não tinha shows do gênero, mal se conseguia comprar discos desse estilo musical nas raríssimas lojas que mantinham algum estoque do gênero.
"Quando eu queria montar minha banda Burn, de rock pesado, os meus amigos desencorajaram alegando que era melhor investir em discoteque, moda da época", lembra Silva.
As bandas da época em Florianópolis eram: Engenho, Expresso Rural, Ratones (que mais tarde virou o Tubarão), Banda de Neutrons (jazz progressivo) e Asa de Morcego. Já o 4ª dimensão, de Itajaí, fazia algum sucesso entre a juventude da capital catarinense.
"O Burn abriu as portas para o rock pesado", observa Márcio.
O Burn era formado pelos irmãos Márcio (guitarra) e Vítor Celso Silva (baixo). O primeiro baterista foi Hudson Soares(**), amigo de Márcio, que saiu da banda em 1984, após o falecimento de seu pai. Foi substituído por Lise. Mais tarde, este último entregou as baquetas para Cau, irmão de Silvinho, de uma conceituada banda de bailes da Grande Florianópolis, Lugphil. Antes Márcio era baixista; Vítor tocava guitarra. Trocaram de instrumentos. Márcio virou o guitarrista e Vítor o baixista.
O Burn era a novidade na Grande Florianópolis. Os irmãos Silva moravam na rua Vereador Batista Pereira, nº 4, no Estreito, Florianópolis. A turma que curtia rock pesado reunia-se nos sábados à tarde na frente do colégio Aderbal Ramos da Silva, no Estreito. De lá partiam rumo à casa dos irmãos Silva. Ficavam reunidos na frente da casa. Um barzinho nas vizinhanças vendia cerveja para a turma de "cabeludos" que conversava e escutava os ensaios do Burn, que acontecia das 16:00h às 18:00h.
"A gente ensaiava no quarto. Desmontávamos as camas para instalar os instrumentos. O pessoal ficava lá fora escutando porque não tinha lugar para todo mundo na casa", relembra Márcio. Essa turma costumava visitar a mesma casa nos dias de semana, a partir das 21:00h, para conversar sobre rock. O primeiro show do Burn aconteceu na Escola Técnica Federal, em Fpolis(***). "Os professores ficaram impressionados", lembra Silva, que foi estudante naquele estabelecimento. No segundo show, em 1981, o teatro Bom Bosco, em Rio do Sul, ficou lotado. O Burn promovia um show por ano em cada cidade, sempre de casa lotada. Apresentou-se em Florianópolis, Itajaí, Laguna, Blumenau, Criciúma, Rio do Sul e Laguna.
Num release intitulado "Prelúdio de uma banda roqueira", sem indicação de data, encontrado no arquivo pessoal de Vítor Silva, constam algumas datas de shows realizados pela banda Burn.
A trajetória do Burn confunde-se com os primórdios do rock pesado na Grande Florianópolis. Foi literalmente a primeira banda do estilo a surgir na região e fazer sucesso entre os "roqueiros" que se "alfabetizaram" em Deep Purple, Led Zeppelin e Black Sabbath e depois se "graduaram"" em Iron Maiden, Judas Priest, Motörhead etc.
O líder do grupo, o guitarrista Márcio Silva, 41 anos (nascido em 18.08.1960, em Laguna), conta que tudo começou quando tinha 14 anos de idade, em 1974. Ganhou uma fita cassete de um colega. Nessa fita, escutou pela primeira vez a canção "Immigrant Song" do disco "Led Zeppelin nº 3". Ficou fascinado. Do Led, foi para o Deep Purple. Essa última banda tinha uma música na qual ficou literalmente "encarnado". Era a canção "Burn" ("Queime" em inglês). Foi daí que Vítor inspirou-se para batizar sua banda - "Burn".
O Burn surgiu efetivamente em 1978(*) com ensaios regulares. Conta Márcio Silva que na época Florianópolis era um "deserto" para quem gostava de rock pesado. Não havia bandas, não tinha shows do gênero, mal se conseguia comprar discos desse estilo musical nas raríssimas lojas que mantinham algum estoque do gênero.
"Quando eu queria montar minha banda Burn, de rock pesado, os meus amigos desencorajaram alegando que era melhor investir em discoteque, moda da época", lembra Silva.
As bandas da época em Florianópolis eram: Engenho, Expresso Rural, Ratones (que mais tarde virou o Tubarão), Banda de Neutrons (jazz progressivo) e Asa de Morcego. Já o 4ª dimensão, de Itajaí, fazia algum sucesso entre a juventude da capital catarinense.
"O Burn abriu as portas para o rock pesado", observa Márcio.
O Burn era formado pelos irmãos Márcio (guitarra) e Vítor Celso Silva (baixo). O primeiro baterista foi Hudson Soares(**), amigo de Márcio, que saiu da banda em 1984, após o falecimento de seu pai. Foi substituído por Lise. Mais tarde, este último entregou as baquetas para Cau, irmão de Silvinho, de uma conceituada banda de bailes da Grande Florianópolis, Lugphil. Antes Márcio era baixista; Vítor tocava guitarra. Trocaram de instrumentos. Márcio virou o guitarrista e Vítor o baixista.
O Burn era a novidade na Grande Florianópolis. Os irmãos Silva moravam na rua Vereador Batista Pereira, nº 4, no Estreito, Florianópolis. A turma que curtia rock pesado reunia-se nos sábados à tarde na frente do colégio Aderbal Ramos da Silva, no Estreito. De lá partiam rumo à casa dos irmãos Silva. Ficavam reunidos na frente da casa. Um barzinho nas vizinhanças vendia cerveja para a turma de "cabeludos" que conversava e escutava os ensaios do Burn, que acontecia das 16:00h às 18:00h.
"A gente ensaiava no quarto. Desmontávamos as camas para instalar os instrumentos. O pessoal ficava lá fora escutando porque não tinha lugar para todo mundo na casa", relembra Márcio. Essa turma costumava visitar a mesma casa nos dias de semana, a partir das 21:00h, para conversar sobre rock. O primeiro show do Burn aconteceu na Escola Técnica Federal, em Fpolis(***). "Os professores ficaram impressionados", lembra Silva, que foi estudante naquele estabelecimento. No segundo show, em 1981, o teatro Bom Bosco, em Rio do Sul, ficou lotado. O Burn promovia um show por ano em cada cidade, sempre de casa lotada. Apresentou-se em Florianópolis, Itajaí, Laguna, Blumenau, Criciúma, Rio do Sul e Laguna.
Num release intitulado "Prelúdio de uma banda roqueira", sem indicação de data, encontrado no arquivo pessoal de Vítor Silva, constam algumas datas de shows realizados pela banda Burn.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Posted by Total Service on segunda-feira, maio 14, 2012 with No comments
Revirando meus discos encontrei esse LP, o SP Metal II. Luiz Carlos Calanca da loja de discos Baratos Afins,
especializada em rock, por falta de ter uma quantia necessária para
lançar todos as bandas que desejava na época, foi o responsável pelas
coletâneas SP Metal I e SP Metal II, que me arrisco em dizer que foi o
grande ‘marco zero’ do Heavy Metal brasileiro. Cara, como escutávamos esse LP. Lançado em 1985, realmente nada como os anos 80.
Tracklist:
01. SANTUÁRIO – Espártaco, Gladiador Rei (5:13)
02. KORZUS – Príncipe da Escuridão (5:41)
03. ABUTRE – Rock, Rock, Rock (3:54)
04. PERFORMANCES – Viajante Perdido (5:53)
05. ABUTRE – Quando o Fogo Começa a Arder (5:29)
06. PERFORMANCES – Guerreiro da Paz (6:56)
07. SANTUÁRIO – Santuário (5:31)
08. KORZUS – Guerreiros do Metal (4:40)
Abaixo, uma das músicas que mais me recordo, sonzera do Korzus.
Tracklist:
01. SANTUÁRIO – Espártaco, Gladiador Rei (5:13)
02. KORZUS – Príncipe da Escuridão (5:41)
03. ABUTRE – Rock, Rock, Rock (3:54)
04. PERFORMANCES – Viajante Perdido (5:53)
05. ABUTRE – Quando o Fogo Começa a Arder (5:29)
06. PERFORMANCES – Guerreiro da Paz (6:56)
07. SANTUÁRIO – Santuário (5:31)
08. KORZUS – Guerreiros do Metal (4:40)
Abaixo, uma das músicas que mais me recordo, sonzera do Korzus.
Abutre - Quando o Fogo Começa Arder
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Posted by Total Service on terça-feira, agosto 16, 2011 with No comments
E me perguntaram se aqui não tem espaço pro Rock Nacional, tem claro, mas vai ter que ser na base da recordação, da lembrança mesmo. Então Patrulha do Espaço é uma daquelas boas bandas de Rock Nacional, e hoje não existe aqui no país do pagode e da música brega, nada parecido. Uma pena, mas pra quem não conhece vai a dica. O conjunto criado em 1977 por Arnaldo Baptista (ex-Mutantes), juntamente com o baterista Rolando Castello Júnior (que já havia tocado com o Made in Brazil e com o Aeroblus, da Argentina), o baixista Oswaldo "Cokinho" Gennari e o guitarrista irlandês John Flavin (ex-Secos & Molhados).
Com a saída de Arnaldo Baptista, em 1978, a banda passou a contar com a participação de Percy Weiss nos vocais e realizou a gravação do primeiro disco independente de rock do Brasil, conhecido como Disco Preto, de onde os hits "Arrepiado" e "Vamos curtir uma juntos" marcaram o sucesso das oito faixas lançadas em vinil.De 1979 a 1985, a Patrulha do Espaço consolidou-se como o primeiro trio de rock pesado realizando centenas de shows, com destaque para a abertura das apresentações do Van Halen em São Paulo em 1983, quando recebeu elogios pessoais de Eddie Van Halen. São desse período as gravações do terceiro, quarto e quinto discos da Patrulha, contendo canções como "Columbia", "Festa do Rock" e "Não tenha medo".
1978 - Compacto (Single)
1980 - Patrulha do Espaço (1979)
1981 - Patrulha do Espaço
1982 - Compacto (Single)
1982 - Patrulha
1983 - Patrulha do Espaço 4
1984 - Compacto (Single)
1985 - Patrulha 85
1987 - "Faremos Uma Noitada Excelente..." (1978) (Com Arnaldo Baptista)
1988 - Elo Perdido (1977) (Com Arnaldo Baptista)
1990 - Compacto (Single)
1992 - Compacto (Single)
1994 - Compacto (Single)
1994 - Primus Inter Pares (1992)
2000 - Chronophagia
2003 - .ComPactO (EP)
2004 - Missão na Área 13
2007 - Capturados Ao Vivo no CCSP em
2011 - Brasil Heavy Metal (coletânea)
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